Conferência Nacional de Saúde das Mulheres

Postado em 18/08/2017 |

18/08/2017

Começou ontem, dia 17, em Brasília, a 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres, com o tema Saúde das mulheres: Desafios para a integralidade com equidade. A expectativa do Conselho Nacional de Saúde - CNS é reunir até domingo, dia 20, cerca de 1.800 pessoas vindas de todos os estados da federação. A Asbran está presente.
 
Pela manhã de hoje (18) será debatido o papel do Estado no desenvolvimento socioeconômico e ambiental e seus reflexos na vida e na saúde das mulheres, em seguida, o mundo do trabalho e suas consequências na saúde das mulheres.
 
Nos próximos dias, a discussão na conferência será organizada em quatro eixos: o papel do Estado no desenvolvimento socioeconômico e ambiental e seus reflexos na vida e na saúde das mulheres; o mundo do trabalho e suas consequências na vida e na saúde das mulheres; vulnerabilidades nos ciclos de vida das mulheres na Política Nacional de Atenção Integral a Saúde das Mulheres e políticas públicas para mulheres e participação social.
 
Segundo dados do IBGE, as mulheres no Brasil representam hoje 51,4% da população, são 103,5 milhões. A participação das mulheres com idade ativa (16 anos ou mais) no mercado de trabalho cresceu de 50% (2000) para 55% (2010). Em 2010, o rendimento médio das mulheres correspondia a 68% da remuneração masculina, enquanto das mulheres negras e pardas representava 35% do rendimento médio do homem branco, já o rendimento do trabalho das mulheres rurais era inferior ao salário mínimo. 
 
O estudo do IBGE realizado em 2011 ainda aponta que as mulheres estudam mais e têm maior nível de instrução, no entanto possuem formação em áreas que pagam menores salários e ocupam postos de trabalho com menor remuneração. Dentre as mulheres trabalhadoras, 37,3% são responsáveis pelo sustento das famílias, vivem mais do que os homens, porém adoecem com mais frequência. Essas situações impactam diretamente na saúde das mulheres.
 
Dados do Ministério da Saúde indicam que as mulheres são as principais usuárias do SUS. Frequentam os serviços de saúde para o seu próprio atendimento, mas, sobretudo, acompanhando crianças e outros familiares, pessoas idosas, com deficiência, vizinhos, amigos e, além disso, muitas trabalham como cuidadoras. As políticas públicas devem considerar as condições de vida e de trabalho associadas às dimensões de geração, raça, etnia, orientação sexual e identidade de gênero, visando o acesso aos serviços de saúde, a redução de riscos e agravos decorrentes dos processos de trabalho e a melhoria dos indicadores de saúde e da qualidade de vida.
 

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