Asbran participa da XVI Plenária do Consea

Postado em 27/09/2014 |

27/09/2014

A Asbran, representada pela diretora Zaíra Salerno, participou da XVI Reunião Plenária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - Consea, realizada no último dia 24 de setembro, em Brasília. 
 
No encontro foi debatido o tema "A Educação Alimentar e Nutricional na Promoção da Segurança Alimentar e Nutricional" com vários painéis abordando aspectos ligados aos desafios, às políticas públicas e experiências exitosas em Sergipe e Minas Gerais. A questão do patrimônio e cultura alimentar na Educação Alimentar e Nutricional também foi discutido pela conselheira Regina Nogueira.
 
SOBREPESO E MÁ ALIMENTAÇÃO
 
Depois da redução para 1,7% o número da população subalimentada no Brasil, analistas do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) acreditam que o País deve tratar de outros problemas ligados à insegurança alimentar, como o sobrepeso causado pela má alimentação.
 
O próximo passo da agenda de segurança alimentar deverá reforçar as ações educativas. “A educação alimentar é fundamental para que a gente mude o padrão de consumo, é um tema chave para a nossa agenda futuro”, afirmou o secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, Arnoldo de Campos, presente à Plenária. 
 
A proposta foi reforçada pela presidenta do conselho, Maria Emília Lisboa Pacheco, destacando que os esforços devem envolver desde a produção dos alimentos até a qualidade do consumo. “Queremos que efetive de fato uma diretriz política sobre a educação alimentar e nutricional.” 
 
A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, destacou também que, após o Brasil sair do mapa da fome da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), é necessário promover estratégias de combate à subalimentação diferenciada para comunidades tradicionais, como quilombolas e indígenas, com o reforço da busca ativa, para localizar essas pessoas e incluí-las no Cadastro Único. É nesses públicos que estão parte dos brasileiros que permanecem subalimentados.
 
“Nós temos agora, a obrigação de descer para detalhes de como enfrentar a fome para grupos específicos. E aí não são ações em caráter nacional, elas têm de olhar esses públicos e se dedicar a problemas localizados para essas populações”, afirmou. 
 
O representante da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) no Brasil, Alan Bojanic, apresentou os resultados do relatório O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Brasil: um Retrato Multidimensional. Ele destacou que o aumento na oferta de alimentos e da renda dos mais pobres, assim como a merenda escolar, contribuíram para o bom desempenho do Brasil no combate à fome.
 
Segundo Bojanic, o Brasil está preparado para enfrentar os desafios futuros. “As estruturas e as capacidades construídas e consolidadas no decorrer dos 10 anos colocam o Brasil numa base sólida para proteger os avanços alcançados no combate à fome e para enfrentar os desafios da próxima década”, concluiu.
 

A presença da Asbran se deu como coordenadora da Comissão Intersetorial de Alimentação e Nutrição – CIAN, que compõe o Conselho Nacional de Saúde.
 
Imagem - A diretora da Asbran Zaíra Salerno (esq.) com Patrícia Constante Jaime (Coordenadora Geral de Alimentação e Nutrição Ministério da Saúde) e Aldenora Silva (representante da Pastoral da Criança no Consea).
 

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