Leite materno sim. Interesses econômicos não!

Postado em 31/07/2018 |

31/07/2018

Nenhum produto é tão completo a ponto de substituir o leite materno nos primeiros meses de vida. É o que garantem estudos científicos e reforçam nutricionistas, médicos e demais profissionais da saúde. O leite materno fornece todos os nutrientes, vitaminas e minerais para o crescimento durante os primeiros meses.
 
A ciência comprova e a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda: mães devem amamentar seus filhos durante os primeiros seis meses de vida, exclusivamente com leite materno, afinal ele é a base da vida.
 
Não é à toa que este seja o tema da Semana Mundial do Aleitamento Materno que acontece a partir do dia 1º de agosto e vai até o dia 8. 
 
Segundo a Aliança Mundial para Ação em Amamentação - entidade que lançou a ação em 1992 para incentivar todos os grupos do mundo a trabalhar o tema e divulgá-lo -, “em meio a desigualdades, crises e pobreza, a amamentação é o alicerce da boa saúde ao longo da vida para crianças e mães”. 
 
Este ano em especial devemos fortalecer a campanha. É bom lembrar a postura americana, bastante criticada, em relação à resolução da OMS sobre alimentação de bebês e crianças. Diante de uma reportagem que acusou os Estados Unidos de tentarem atenuar a resolução favorável ao aleitamento materno, o presidente americano Donald Trump chegou a defender o uso do leite em pó.
 
Segundo a reportagem, publicada no jornal New York Times, Trump atende interesses da indústria alimentícia, uma vez que o mercado de alimentos para bebês movimenta cerca de US$ 70 bilhões (R$ 266 bilhões) por ano e é dominado por empresas norte-americanas e europeias. Para 2018, é estimado um crescimento de 4% para o setor, segundo cálculos da Euromonitor International, empresa de inteligência estratégica de mercado. Interesses econômicos tentam esvaziar quatro décadas de pesquisa que apontam o leite materno como o mais saudável alimento para crianças. 
 
Estudo publicado em 2016 pela revista científica The Lancet demonstrou que o aumento expressivo dos índices de amamentação evitaria 800 mil mortes de crianças por ano no mundo e geraria uma economia de US$ 300 bilhões.

fonte: Asbran e Ibfan

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